Na Mídia

Ganhe uma graninha com a Acesso

Quer ganhar uma graninha sem demorar muito?

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O Amigo Acesso é o novo benefício que você participa através de nosso site convidando os seus amigos a comprarem também o Cartão Acesso.

As formas de convidar os amigos são diversas: por e-mail, Facebook, Blog , Twitter e entre outros.

Quando aceito o convite, os convidados poderão pedir o Cartão Acesso pelo site com o valor de R$50 de carga.

É bem fácil: basta aceitar o convite, cadastrar os dados pessoais em nosso site, gerar o boleto de compra e pronto! Lembre-se que o boleto tem o prazo de 5 dias para ser pago, ok?

Com a compra concluída, o amigo que indicou ganha R$5 da Acesso de presente e o indicado também ganha R$5 de desconto na compra.

Acessando aqui você pode conferir mais informações de como participar do Amigo Acesso e ganhar essa graninha numa boa !

Se você precisar de ajuda, nos encaminhe uma mensagem para respondermos exclusivamente a você.

Participe agora e seja bem vindo ao Amigo Acesso!

Angry Birds o filme!

Está preparado para a grande novidade da Angry Birds?

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O filme mais esperado da Columbia Pictures e da Rovio Entertainment estará em cartaz a partir do dia 12 de Maio de 2016 e você não pode perder !

Se já conhece e se diverte com o novo joguinho para celular, vai curtir ainda mais o filme Angry Birds realizado pela Sony Pictures.

A história começa com Red, o protagonista, que é um passarinho estressado, pois sempre foi motivo de risada na infância por ter uma sobrancelha grossa e não se dar muito bem com as passarinhas. Mas seu estresse todo não incomoda seus amigos fiéis Bomb – o nome já diz muita coisa sobre seu temperamento explosivo, e Chuck – de cor amarela que tem fama de ser apressadinho. Ambos estão sempre acompanhando nosso passarinho vermelho em suas mirabolantes aventuras.

Quando Red já está mais velho, algo inédito acontece na ilha: uns tais de “porquinhos” chegam para passar uma temporada.

Todos os Birds da ilha adoram a novidade e se empolgam com os porquinhos e suas habilidades diferentes. Porém, para Red, essa história está mal contada. Afinal, quem são esses porquinhos verdes?

O protagonista e seus melhores amigos enfrentam essa aventura para descobrirem quem são esses novos integrantes da ilha e o que eles querem indo para lá.

Você pode assistir ao trailer antes de conferir o filmaço nos cinemas.

A Acesso e a Rovio – empresa responsável pelos Angry Birds, são parceiras e por isso, apresentamos também os novos Cartões AngryBirds !

Fique ligado!

Em breve estarão disponíveis em nosso site e também nos Supermercados Pão de Açúcar, Extra, Lojas Americanas, Walmart e entre outros.

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Divirta-se com os AngryBirds, e lembre-se que seu Cartão Acesso é aceito nos cinemas.

*Antes de conferir o filme, faça uma recarga para ter o saldo da compra em seu Cartão.

Para confirmar os horários e datas disponíveis, você pode também acessar ao Cinemark, um dos melhores cinemas do Brasil.

Bom filme!

SOS! Quero sair do negativo!

Que o Brasil está em crise nós já sabemos, mas será que conseguimos driblar a realidade econômica e acabarmos o mês no azul?

O Jornal Zero Hora traz uma matéria super interessante escrita pelo redator Erik Farina que nos ajuda com o controle de gastos e dicas econômicas.

Confira já essa matéria !

Cartões são o principal gerador de dívidas para os gaúchos, mas podem trazer fôlego ao orçamento se bem utilizados 

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Mercado de cartões pré-pagos decola enquanto os bancos restringem o crédito

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Postado Originalmente em investimentosenoticias –  por 

 

Para fugir das armadilhas do cartão de crédito, cada vez mais pessoas optam pelo cartão pré-pago. A Acesso já notou essa tendência em seus números. “Fechamos o ano passado com 100 mil cartões ativos e agora, só no primeiro trimestre deste ano, já somamos 130 mil ativos”, conta Sérgio Kulikovsky, CEO da Acesso.

É um momento delicado para ambas as partes – os bancos perdem a confiança nos possíveis clientes e esses, por sua vez, também se sentem inseguros em relação a essas instituições. O crédito, que deveria ajudar o cliente, se torna o maior vilão, uma vez que as linhas de crédito campeãs da inadimplência também são perfeitas para agravar a situação dos endividados: rotativo do cartão de crédito e cheque especial não só são os empréstimos mais caros como são fáceis de usar e ótimos para tornar a dívida uma bola de neve. Segundo pesquisa Data Popular, o cartão de crédito é o campeão, representando 75,80% das dívidas com bancos.

Para os não bancarizados, aqueles que foram expelidos do sistema financeiro pela crise ou são avessos aos bancos, o benefício do cartão pré-pago é a inclusão financeira. Para os endividados, é um meio de controlar as despesas pela educação financeira, já que só é possível gastar o saldo que foi carregado no cartão. Além disso, as pessoas passam a ter acesso também às compras online mesmo sem ter cartão de crédito e ganham mais segurança, pois não precisam andar com dinheiro no bolso.

“Acreditamos que, diferente dos bancos, este é um produto pró-cliente, por isso cada vez mais pessoas se interessam por ele. Também é muito mais simples, o cartão pode ser comprado no varejo – sem nenhum tipo de análise de crédito – a carga é feita pela internet e o cliente nunca fica negativo, ele pode ter certeza que não terá sustos ao final do mês”, completa Kulikovsky.

Cresce a adesão aos cartões pré pagos no abc paulista

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Postado Originalmente por jornaltemporeal

Em momento de incerteza na economia, moradores da região encontram alternativa para controle dos gastos

Em meio à crise econômica do país, os cartões pré-pagos ganham cada vez mais adeptos no Grande ABC Paulista. Segundo a Acesso, maior empresa brasileira independente de cartões pré-pagos do país, a região do tem um enorme potencial de crescimento do mercado pré-pago – em 2014, a empresa registrou 15% de crescimento em cartões ativos na região. Diante de um quadro de instabilidade na economia, o brasileiro sofre com a restrição de crédito por parte das instituições financeiras e busca alternativas para consumir e, ao mesmo tempo, evitar dívidas. De acordo com Flávia Deutsch, diretora Comercial, Produtos e Marketing da Acesso, sem necessidade e análise de crédito, o pré-pago se torna uma opção ideal para o momento econômico do Brasil. Além disso, o pré-pago pode ser uma medida preventiva para quem não quer se endividar, pois funciona como uma forma eficaz de controle dos gastos – com o pré-pago, o usuário só gasta o que tem, ou seja, nunca fica negativado.

De acordo com dados de uma pesquisa sobre a recuperação de crédito no Brasil, encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo Portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz, o perfil médio do consumidor brasileiro inadimplente é o de uma pessoa com o nome sujo há aproximadamente dois anos, que deve para 3,7 diferentes empresas, que adquiriu essas dívidas por meio do cartão de crédito e de lojas e tem um débito total de R$ 21.676,00 junto às empresas credoras. Para essa população, com nome sujo e dificuldade para conseguir crédito, existe a possibilidade de cartão de débito pré-pago que além de garantir a segurança de um cartão, oferece as comodidades deste.

 

A opção pré-paga funciona como um celular. É só adquirir um cartão e o carregar com o saldo que for conveniente para o usuário. Com o cartão carregado, o consumidor pode realizar compras, pagar contas, entre outros. O cartão pré-pago possibilita a qualquer pessoa ter um meio eletrônico de pagamento, independente de possuir ou não conta corrente, comprovação de renda, restrições de crédito e outros requisitos. “Isto significa passar a poder fazer compras pela internet, enviar ou receber depósitos de outras pessoas, sacar em caixas eletrônicos e aproveitar as promoções da bandeira de aceitação, sem falar na facilidade, conveniência e segurança que o instrumento proporciona”, explica Flávia Deutsch.

 

O mercado de cartões pré-pagos está crescendo no Brasil. Calcula-se que, entre 2015 e 2017, o segmento movimente US$ 18 bilhões no país. O volume seria então nove vezes maior que os atuais US$ 2 bilhões, gastos – principalmente – com viagens e no pagamento de refeições. Os dados são de um levantamento realizado pela MasterCard em parceria com a Boston Consulting Group. Especificamente no Grande ABC Paulista, o crescimento em número de cartões ativos da Acesso, segundo Flávia Deutsch, também se deve ao grande número de  pequenos empresários e lojistas da região. Esse público tem uma demanda crescente, pois sofre muito com os juros dos bancos.

Hoje, esses cartões podem ser adquiridos pela internet ou em grandes varejistas, lojas de conveniência e lojas de entretenimento. Segundo Deutsch, a opção de colocar o cartão nos grandes varejistas é facilitar a chegada deste às mãos dos milhares de consumidores que passam diariamente por esses locais, facilitando e incluindo social e economicamente muitos brasileiros.

Segmento de cartões pré-pagos enxerga oportunidades em ano de crise

 

 

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Postado Originalmente em brasileconomico – por Léa de Luca 25/03/2015 | 12:20

 

Com os juros altos e bancos mais seletivos, o plástico leva vantagem, já que mesmo quem perdeu o emprego e está endividado pode dispor dessa ferramenta para transferir dinheiro, além de pagar contas na internet

São Paulo – O ambiente econômico adverso, com aumento dos juros, do desemprego, da inflação, da seletividade dos bancos na concessão de crédito e da quantidade de endividados, pode favorecer o setor de cartões pré-pagos no Brasil.

opinião é de Bernardo Faria, diretor executivo da Acesso, emissora independente de pré-pagos. “A modalidade atende a quem já se acostumou a ter um produto financeiro em mãos, mas agora eventualmente está perdendo emprego, e acha a conta bancária cara para manter; ou está inadimplente, com registro negativo e portanto com restrições ao crédito bancário”, diz. “Da mesma forma, para algumas empresas a adoção do pré-pago pode melhorar a eficiência”, diz, citando o caso de operadoras de microcrédito, com quem fechou parceria em janeiro.

“O pré pago pode ser mais barato e não faz restrições, pois não faz análise de crédito. Com ele, o portador tem um produto para guardar dinheiro, transferir de um para outro, fazer compras na internet — até em sites internacionais. Enfim, é um produto interessante para este momento”, acredita Faria. A Acesso já emitiu um milhão de cartões mas não revela sua meta para 2015. A empresa tem 2,5 mil pontos de recarga no varejo.

“Quando os bancos restringem o crédito, os cartões pré-pagos podem ser uma ferramenta de relacionamento com os clientes”, diz Alexandre Brito, vice-presidente de aceitação da Mastercard. Para ele, este ano vai ser melhor do que o ano passado para o segmento, até porque o negócio é novo e parte de uma base ainda pequena.

“Mas não muito melhor”, acredita. “Os de uso geral não devem sofrer tanto, até porque os desempregados ao passarem ao mercado informal podem recorrer ao pré-pago para administrar sua vida financeira. O pré-pago é uma ferramenta de inclusão social, uma espécie de conta simplificada”, diz. “Mas algumas modalidades de pré-pagos serão impactadas pela desaceleração econômica”, afirma. Entre essas modalidades, estão os “vaucher” alimentação e os vale-transporte.

A previsão de R$ 65 bilhões da MasterCard inclui movimentação do governo “Só a Caixa, que acaba de comprar o controle da emissora de pré-pagos Vale Presente, gerencia R$ 200 bilhões em programas sociais por ano. Até agora, nenhum desses programas está associado a cartões pré-pagos, mas essa é uma tendência natural”, diz .

Mesmo assim, o número ainda não é tão representativo se comparado com o total movimentado por todos os cartões (somando débito e crédito). Esse segmento movimentou cerca de R$ 1 trilhão em 2014.

Já Luiz Almeida, diretor de marketing da Super, acha que é sempre melhor trabalhar em tempos de economia em alta. “Mas certamente o setor de pré-pagos não está entre os mais prejudicados com a crise atual”, admite.

A ContaSuper, cujo controle foi comprado pelo Santander no ano passado, tem 230 mil contas e pretende chegar com 650 mil. “Para ser uma alternativa aos bancos, os pré-pagos tem atenda as necessidades do consumidor e ser mais barato. Almeida informa que a parceria fechada recentemente com a rede de terminais Tecban (Banco 24hs) permitiu reduzir à metade a tarifa de saques, para R$ 3,90.

O consultor Carlos Ogata, que é especializado no assunto — já trabalhou nas três principais bandeiras de cartões e foi diretor de marketing GSPP vê no interesse recente dos grandes bancos pelo segmento um sinal de que o negócio tem potencial . “Mas a conjuntura está muito difícil e eu não vejo o pré-pago como salvador da pátria”, afirma.

GreenDot, dos EUA, cresceu na recessão

A tese do potencial de crescimento dos pré-pagos em tempos de crise tem um importante respaldo: o exemplo da primeira emissora de pré-pagos do mundo, a GreenDot. Maior dos Estados Unidos, a empresa viu seus negócios crescerem exponencialmente na crise de 2008 e 2009 . No ano seguinte, em 2010, conseguiu abrir capital na bolsa em uma oferta inicial de ações (IPO) de US$ 2 bilhões, diz Bernardo Faria, diretor da Acesso.

No site da GreenDot, uma bem-humorada frase salta na tela inicial: “BigBanks? No, thanks” — em português, “Grandes bancos? Não,obrigado”. O slogan mostra que a empresa, assim como a Acesso, acredita que a inovação do segmento de pré-pagos está na independência dos bancos.
“Nos Estados Unidos, os principais emissores de pré-pagos são independentes. Ser uma alternativa a bancos é uma das vantagens”, diz Faria.

Além disso, os maiores “cases de sucesso” de microcrédito e “mobile payment” aconteceram em países sem sistema financeiro estruturado, na Índia e na África. “No Brasil a competição é dura”, diz Faria.

Mesada com cartão pré-pago pode ajudar na educação financeira

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Postada originalmente em oglobo por Glauciane Cavalcanti – 13/07/2015 as 6:00 am

Uso de personagens infantis, porém, é criticado por especialistas

2015-831953171-2015071069467.jpg_20150710Transparência. Madeleine Soares e o filho Georges: escolha pelo cartão ajudar a para mapear e gerenciar os gastos – ANTONIO SCORZA / Antonio Scorza

RIO – Cresce o número de crianças e adolescentes utilizando uma versão digital do tradicional cofre do porquinho. O mercado vem ampliando as opções de cartões pré-pagos para que pais ou responsáveis possam dar — e, sobretudo, controlar — a mesada dos filhos. O uso do produto, contudo, divide as opiniões de especialistas.

A favor pesa o fato de ser uma ferramenta eficiente de educação financeira, oferecendo segurança, praticidade e monitoramento de gastos. O revés vem da combinação do cartão com personagens infantis, como a Turma da Mônica, e de jogos eletrônicos, como Angry Birds.

Para Myrian Lund, professora dos MBAs da FGV-Rio, o pré-pago é eficaz para ensinar a fazer escolhas e gerir recursos:

— A mesada é o primeiro passo da educação financeira. Aos 12 anos, a criança ganha mais autonomia. É preciso sentar com ela, entender as despesas regulares e fechar o valor que ela vai receber. É como se fosse um salário, sobre o qual ela vai aprender a fazer escolhas.

O cartão é alimentado com um depósito regular. Atingido o limite, deixa de funcionar, embora possa receber mais recursos, se necessário. É um primo do cartão de débito, que permite saque em caixas automáticos, compras pela web e uso internacional. É opção para viajar ou enviar recursos ao filho que mora em outra cidade. Há taxa de emissão e, dependendo do emissor, cobrança por serviços como saques.

O pulo do gato do “cartão mesada” está no sistema de controle de gastos. Pais e filhos têm acesso às operações efetuadas. Os dados chegam via SMS, internet ou aplicativos específicos para gerenciar o uso do dinheiro e criar metas para poupar.

Madeleine Soares, professora de ioga, optou pelo cartão pré-pago ao estabelecer a mesada do filho Georges, de 14 anos:

— Antes ele recebia dinheiro conforme as necessidades que surgiam. Sem quantia definida, ele e nós, os pais, perdemos a noção dos gastos. Percebemos que ele precisa aprender a lidar com um orçamento determinado.

Cerca de 40% dos jovens do Brasil, diz José Coronel, diretor sênior de pré-pago da Visa para a América Latina, recebem mesada, ou seja, há um grande mercado para o plástico.

— O “cartão mesada” é uma adaptação à era digital. Permite aos pais participarem mais ativamente dos gastos diários dos filhos, ensinarem a administrar recursos, economizar — pondera Coronel, ressaltando que o foco do produto é claro. — O pré-pago prepara o caminho para que o jovem possa, depois, se integrar ao sistema financeiro.

Caso de Ana Luiza, 18 anos, filha da bancária Olga Menezes:

— Minha filha começou a usar o “cartão mesada” aos 17. Faz com que controle gastos, aprenda a fazer saques, acompanhe o saldo. Agora, ela já tem conta corrente e usa cartão de débito.

Globalmente, os cartões pré-pagos movimentam US$ 3 trilhões ao ano, diz Coronel. No Brasil, em 2013, o segmento totalizou R$ 117 bilhões em transações, segundo estudo da consultoria Boanerges & Cia., feito a pedido da Visa. A previsão é que, em 2023, a soma salte para R$ 431 bilhões. Nesses dez anos, os cartões de amplo uso — no qual se insere o da mesada — devem passar de R$ 7,5 bilhões para R$ 99,5 bilhões. Desse volume, a fatia do “porquinho eletrônico” passaria de 1% para 7%.

Nelson de Sousa, professor de Finanças do Ibmec/RJ, vê no limite do pré-pago uma de suas principais vantagens:

— Falta cultura em educação financeira, em estipular limites. Tudo é uma questão de escolha. A orientação e o acompanhamento dos pais são fundamentais nesse aprendizado.

A Acesso já conta com três “cartões mesada” associados a games: Angry Birds, MiniMundos e Habbo, todos com a bandeira MasterCard. São 140 mil plásticos ativos em um universo de 500 mil emitidos. A meta é fechar 2015 com 250 mil em uso. Os pré-pagos mesada têm carga mensal média de R$ 250.

Os bancos também estão nesse mercado. Marcelo Costa, gerente executivo da diretoria de Meios de Pagamento do Banco do Brasil, diz que o pré-pago é responsável pela primeira inclusão financeira do adolescente.

A Brasil Pré-Pagos (BPP), que lançou em junho, com a Visa e a Mauricio de Sousa Produções, o Mesada Turma da Mônica, tem um milhão de plásticos no mercado. Sua meta é que, nesse universo, os “cartões mesada” cheguem a cem mil, sendo 20 mil da Turma da Mônica, até o fim do ano, diz Paulo Della Volpe, presidente da empresa:

— Passamos um ano desenhando o produto, que privilegia o controle do pai e a educação financeira do filho. Para esses jovens, o mundo digital é uma realidade.

Rodrigo Paiva, diretor comercial da Mauricio de Sousa Produções, explica que a Turma da Mônica e a Visa oferecem ferramentas de educação financeira gratuitas, com orientações sobre como gerenciar o orçamento e entender o crédito.

Mas, para especialistas, a combinação de cartão eletrônico com personagens infantis acende a luz amarela. Vera Rita de Mello Ferreira, consultora e professora de psicologia econômica, frisa que a mesada depende da forma como a família vai ensinar a criança sobre o uso de recursos limitados, como água, tempo e dinheiro:

— É um aprendizado sobre fazer escolhas, ter limites, adiar decisões para atingir objetivos. A criança ainda não tem o nível de abstração de um adulto. E o cartão pode ser visto como brincadeira, um instrumento mágico, o que pode ter consequências negativas no aprendizado.

Laís Fontenelle, consultora do Instituto Alana, aponta que a associação com personagens infantis representa “uma estratégia de marketing muito sedutora”:

— Trata-se de apelo direto à criança. Até os 12 anos, ela não tem capacidade de abstração de pensamento, é difícil lidar com dinheiro virtual.

Leia mais sobre esse assunto em  http://oglobo.globo.com/economia/mesada-com-cartao-pre-pago-pode-ajudar-na-educacao-financeira-16743422#ixzz3fngdYBUi
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Cresce 15% a adesão a cartões pré-pagos

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Postado originalmente em Diário do Grande ABC por Marina Teodoro em 14 de junho de 2015

A utilização de cartões pré-pagos vem crescendo no Grande ABC. Mesmo com a recessão econômica, a região aumentou as adesões no fim do ano passado em cerca de 15%, comparado a 2013, de acordo com dados da Acesso, empresa especializada nessa área.

A ideia não é novidade. Quem costuma viajar para o Exterior já deve ter tido uma experiência semelhante. O cartão é carregado via internet, e pode ser utilizado em qualquer lugar, como um cartão de débito.

Porém, de acordo com a Acesso, o uso comum é o grande diferencial. “É um produto de inclusão financeira sem qualquer vínculo com agência bancária”, explica diretor de operações da empresa, Bernardo Faria. “Nosso público é geralmente aquele que tem restrição no CPF ou por algum outro motivo não tem conta em banco, mas quer ter um serviço financeiro.”

Esse é o caso do motofretista Alexandre da Silva, 30 anos, de Santo André, que optou por não ter nenhuma conta em banco, e utilizar o cartão pré-pago. “É muita burocracia. Quando entrei na minha empresa, eles me ofereceram e eu aceitei. Hoje uso para tudo e indico para todos os meus amigos.”

Para Alexandre, comprar a prazo é a única dificuldade. “Quando preciso, recorro ao cartão da minha mãe”, conta ele. Mas o lado positivo é que assim, as dividas não acontecem. “Só gasto o que eu tenho, e inclusive percebi que pude economizar cerca de 30% por não fazer mais parcelas e ainda me livrei dos juros.”

O diretor da Acesso afirma que, com exceção da função do cartão de crédito, o serviço possibilita guardar dinheiro, transferir, comprar pela internet e até fazer uso internacional. Outro modo de utilização é como mesada, ou então incentivo para empregadores que querem bonificar seus funcionários.

A empresária e dona de lojas de roupas, Angela Araújo Martins, 41, de Mauá, usa o cartão para recompensar os funcionários que batem meta de venda. “Estipulo uma meta para o semestre. O que vender mais ganha R$ 500”, afirma ela, que prefere o cartão pré-pago do que depositar diretamente na conta. “As vezes esse dinheiro acaba sendo usado para coisas corriqueiras, como pagamento de uma conta, e não é essa a intenção. O cartão dá ideia de presente mesmo.”

Os cartões costumam ter taxas para o uso, como saque, recarga, adesão e uma tarifa mensal, mas que em geral, são menores que um banco, destaca Faria. No caso da Acesso, para a pessoa carregar o cartão, há custo de R$ 2,50 (exceto se o dinheiro for transferido via DOC ou TED, caso em que essa taxa não é cobrada). Além disso, cobra-se mensalidade de R$ 5 e, se for efetuado saque no caixa eletrônico, cobra-se R$ 5,90 por operação (se for nas máquinas do Banco 24h, há tarifa adicional cobrada por essa rede).

Para a economista e professora da universidade Mackenzie Leila Pellegrino o cartão deve ser usado eletronicamente. “As taxas de saque costumam ser desvantagem, pois são mais altas”, alerta. Mesmo assim, ela percebe que em geral o uso do cartão é positivo. “Além de não ficar endividado, é uma maneira de reeducação financeira. Tende a ter uma aceitação ampliada nos próximos anos”, diz ela.

Cartão Pré-Pago é opção para quem quer colocar limite nas compras

Veja o cartão Acesso  nessa notícia da Globo News sobre o cartão pré-pago!!

http://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/t/todos-os-videos/v/cartao-pre-pago-e-opcao-para-quem-quer-colocar-limite-nas-compras/4222898/

Frames de vídeo

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99Motos faz parceria com Acesso Soluções de Pagamento

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Postado originalmente em connectmedia–  Poror  em  26 de Maio de 2015

 

Clientes que pagarem as corridas com cartões terão desconto de 10% no valor do frete

A 99Motos, empresa de contratação de motoboys para entregas expressas, firmou parceria com a Acesso Soluções de Pagamento, maior empresa independente de cartões pré-pagos do país, para oferecer 10% de desconto para os mais de 100 mil clientes que hoje utilizam os cartões pré-pagos recarregáveis Acesso MasterCard® e solicitam serviço de motofrete da empresa. Os clientes podem usufruir da ação promocional, que começa dia 22 de maio e tem duração de dois meses.
“Nossa expectativa é que, com essa parceria, a 99Motos tenha um aumento de 30% na demanda pelo serviço de motofrete, atendendo, principalmente, a base de clientes de pessoas físicas da Acesso”, diz Jhonata Emerick, CEO da 99Motos.

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A Acesso oferece vantagens e serviços diferenciados aos clientes. Com os cartões pré-pagos é possível fazer compras em lojas físicas e pela internet, em restaurantes, supermercados e postos de gasolina, assinar o Netflix, colocar créditos para jogos online, comprar aplicativos, entre outros. “A 99Motos é nossa primeira experiência no segmento e estamos bastante animados com as possibilidades que surgem”, diz Flavia Deutsch, diretora de Marketing e da Acesso.

 

Editor: Susy Zocolaro